Na faculdade, quem já faz parte dela, sabe como é a correria do dia a dia. E como estudante sempre temos que fazer pesquisas que os professores mandam para gente. Então, como diz o velho ditado: "manda quem pode obedece quem tem juízo'' tive que ir fazer minha pesquisa.
A pesquisa foi pedida pela professora de Direito de familia sobre planejamento familiar.
Repassar para vocês ai o relatório feito. Caso alguém precise de alguma coisa... No próximo post falarei sobre a festa de Remígio (Magníficos, Garota Safada e Locomotiva) ^^
A pesquisa relacionada a planejamento familiar foi realizada no posto de saúde Francisco Brasileiro, no bairro José Pinheiro, à enfermeira Karina Queiroz Cruz Almeida. O estudo se deu de forma quantitativa - baseado em perguntas de como se dava o planejamento, quais as etapas tomadas pelos profissionais que auxiliam as pessoas que se direcionavam atrás do planejamento familiar, se haviam campanhas direcionadas as famílias, entre outras perguntas.
A enfermeira informou que o planejamento familiar basicamente consistia na entrega de anticoncepcionais as mulheres. Perguntada se havia algo a mais do que a simples entrega ela nos informa que não havia mais nada, até mesmo por culpa das pessoas que vão até ela somente com o intuito de adquirirem os comprimidos.
Nos é relatado também que alem dos comprimidos os outros anticoncepcionais presentes, são os injetáveis os quais possuem mais eficácia do que as próprias capsulas. Em relação a outros procedimentos como a utilização de DIU, laqueadura, vasectomia, entre outros procedimentos mais ‘’complexos’’, o procedimento é encaminhado para o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) – maternidade que se encontra próximo ao Açude velho de Campina Grande – na qual é realizada pelo(a) médico(a) presente no local.
Para os procedimentos mais ‘’simples’’, a enfermeira Karina Queiroz nos informa que são realizados os exames citológicos que consistem basicamente em coletar o material uterino para que se possa detectar a ocorrência de alguma doença, sendo as mais comuns na detectação o câncer de colo de útero.
Uma das curiosidades que a agente de saúde nos passou é relacionada a má utilização dos comprimidos anticoncepcionais, nos relatando casos de mulheres que deixam de tomar corretamente por dar ouvidos a vizinhos ou parentes. ‘’Mas minha vizinha disse que se toma depois de oito dias depois da menstruação acabar’’, nos relata a enfermeira ao dar exemplos do que as pacientes alegam para ela.
Outro ponto curioso é que as mulheres que de fato vão ao posto para se informar sobre o planejamento, de o que fazer realmente para se ter um filho e quais os passos que se devem tomar para constituir uma família, e não somente ir atrás de anticoncepcionais, são aquelas mulheres que não conseguem engravidar. Devido ao problema elas se instruem mais a cerca do assunto.
Outra pergunta feita a respeito do assunto foi se há um preparo psicológico ou ate mesmo campanhas de conscientização para as mulheres que possuem uma vida sexual ativa e possam a vim ter uma gravidez indesejada. Karina Queiroz nos diz que há tentativas de trabalharem em cima dessas searas, porém devido à falta de tempo das próprias mulheres não há a presença de um número considerável para que exista uma eficácia plena. Quando há um número razoável de pessoas geralmente é porque haverá algum sorteio ou por interesse de alguma outra coisa, nos informa a enfermeira.


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