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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Resposta de Ricardo Coutinho


O governador Ricardo Coutinho (PSB), declarou hoje, segunda-feira (2), na retomada do programa da rádio Tabajara, intitulado ‘Fala Governador’ que não compreende a paralisação dos funcionários da UEPB. Governador também disse que prefere ver pacientes em macas do que mandá-los para casa
A respeito da pergunta de um internauta que quis saber a visão do governador em relação as greves no estado, Coutinho declarou que a receita liquida do estado está dentro da ilegalidade. “Quando eu assumi o governo, 58% da receita estavam comprometidos com a folha de pessoal, hoje esse número caiu pra 54%, mas ainda esta na ilegalidade. Eu tenho um enorme respeito pelas organizações sociais, mas tenho um respeito maior ainda pelo povo paraibano. Então, eu não compreendo, diante de uma realidade dessas, como os funcionários paralisam”, declarou Coutinho. Ele ainda disse, em relação a UEPB, que o Estado está tratando a universidade como um outro Poder. “Desde o dia 1º de janeiro tratamos a UEPB como um Poder, assim como o Poder Judiciário e Legislativo”, acrescentou.
Super lotações dos hospitais - “É melhor que os pacientes esperem nos corredores dos hospitais do que nas calçadas, eu assumo a responsabilidade, se o hospital não tem condições de receber a todos da forma mais apropriadas, então eu prefiro ver os pacientes esperando em macas, desde que eles sejam atendidos”, afirmou Coutinho, que ainda disse estar inaugurando uma Rede de Hospitais de Pequeno Porte, com 49 unidades, em cidades com mais de 30 mil habitantes.
O programa, em suas outras edições tinha duração de 30 min. Essa edição, prevista para durar 1h, teve início ao meio-dia e encerrou as 13h20.

By: Pedro Callado

Mais um dia na Paraíba...

Boa noite.
Bem, vim aqui hoje falar do que está acontecendo com o Estado da Paraíba.
O que acontece no momento é que o Governador da Estado da Paraíba, Ricardo Coutinho, não esta repassando o dinheiro que é devido para cada área do estado(saúde, segurança, educação, entre outras).
A questão em foco é a educação. A universidade da qual faço parte, UEPB, está entrando em greve. Os funcionários da entidade já aderiram a greve e os professores disseram que até o dia 5 de maio de 2011 que adeririam a ela também.
Pois bem, o que acontece é que TODOS estão em greve na verdade. Funcionários, professores e agora os alunos também. Isso mesmo, os alunos. Não sei se isso é válido, mas os alunos se reuniriam hoje - pelo menos do meu centro(o centro de ciência jurídicas, CCJ) e decidiram que entrariam em greve devido a situação que instalava-se no centro acadêmico.
Muitos prefeririam ter mais tempo para poderem fazer suas outras obrigações. Alguns poderiam dizer também que só alguns dias sem aula não tem problema algum. A questão é que caso a greve se instale de direito ela não terá um prazo determinado para acabar. E isso é um atraso de vida para qualquer pessoa. Um período perdido na universidade, é um período a mais na sua vida. Fora que várias provas estão sendo adiadas por causa dessa confusão. Vamos para aula sem saber se a terá. Sem a certeza que pelo menos os professores irão comparecer para dar pelo menos satisfação sobre alguma coisa.
O Governador alega que o motivo de não repassar o dinheiro devido para educação é que não possui fundos para transferi-lo. Outro motivo alegado também é que o dinheiro é maior do que seria necessário a ser dado. E assim as coisas vão indo. Um lado precisando do dinheiro e do outro lado não querendo dá-lo.
Contudo, a UEPB é autônoma e como tal tem o direito de receber o dinheiro e ela própria administra-lo.
Coisa que não acontece por culpa do governador que não dá o que é de direito.
E assim a população da Paraíba vai sofrendo por culpa de um Governador que foi eleito pelo povo e como modo de retribuição o próprio faz isso. Professores, médicos, policiais, funcionários, e principalmente os alunos estão pagando por um político que foi eleito por nós com a esperança de que as coisas mudariam para melhor. O que se ver é o contrário e o que se sente é a revolta por ver o futuro profissional ser minado por uma irresponsabilidade de um governador que nem receber a população para o diálogo recebe.
Bem, por aqui vou ficando. Tentei expressar um pouco do que está acontecendo e do que cada um(como eu) está sentindo. E fico também com a esperança de que tudo acabe e as coisas se normalizem logo.
Abraço a todos.

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